POEMAS AO ACASO

Poema ao acaso


a João Rui de SousaPara um amigo tenho sempre um relógioesquecido em qualquer fundo de algibeira.Mas esse relógio não marca o tempo inútil.São restos de tabaco e de ternura rápida.É um arco-íris de sombra, quente e trémulo.É um copo de vinho com o meu sangue e o sol.


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